Você sabe que está usando o Facebook em excesso quando:

1. Só considera o dia iniciado depois do primeiro post
2. Fica procurando o botão de curtir quando chega o almoço servido pelo garçom
3. Pensa no “x” do canto superior do post quando diz uma besteira ao telefone
4. Quando pega sua câmera fotográfica, já pensa no comentário que vai postar junto com a foto
5. Procura o ícone de compartilhamento quando lê as noticias do jornal
6. Lembra de seu login e senha quando vai passar na catraca do metrô
7. Quando seu interlocutor é interrompido por algum motivo, te dá vontade de clicar em “ver mais”
8. Cuida mais do seu perfil do que da aparência pessoal
9. Usa o que lê no “Feice” como referência pras conversas e ainda cita a fonte
10.Inventa posts como esse apesar de ter um monte de coisa mais importante pra fazer

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Mudando de casa

Tou mudando pro WordPress porque o Vox, que já não era grande coisa, vai encerrar as atividades em 30 de Setembro. Como o blog que eu mantinha lá ainda tem alguma coisa aproveitável, passei pro WordPress pra tentar importar o conteúdo. Ainda não comecei.

Lá vou eu !

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Fotografando a lua

Sempre gostei de fotografia, e ultimamente, dada minha natureza ciclotímica, venho explorando um pouco mais deste hobby. "Explorar o hobby", no caso, significa dar conta de antigas frustrações, como por exemplo, conseguir fotos decentes da lua. Com minhas velhas câmeras compactas, eu apontava a objetiva pra aquela lua maravilhosa e quando o filme era revelado, o que aparecia era um pontinho branco borrado num fundo escuro. Experiência com nível de frustração grau "nunca mais quero saber disso !". Eu sempre imaginei que seria necessário um equipamento especial para fotografia astronômica e deixei essa história pra lá.
Durante o show de imagens que a última copa do Mundo nos proporcionou, me chamou a atenção um "take" que um cameraman fez da lua. Com uma câmera de uso geral (profissional, certo), não preparada para fotos de astronomia, o cara nos proporcionou uma imagem belíssima do nosso satélite. Depois disso fiquei pensando se não seria possivel eu tentar algo parecido, afinal a tecnologia evoluiu muito desde a foto com o tal pontinho borrado. 
Meu equipamento atual pode ser considerado semi-profissional: uma câmera SLR Nikon D80 e várias objetivas , das categorias mais simples, da mesma marca. Pra tentar a foto da lua, usei minha tele mais fortinha, uma zoom 70-300 "G", a tele-zoom mais baratinha da Nikon. O fato da câmera ser digital foi o que viabilizou o processo de tentativa e erro que resultou na foto aí de cima. É uma foto de alto contraste, que engana os sensores da câmera. Nessa situação, nada funciona direito no modo automático: o auto-foco e os controles de exposição ficam maluquinhos. Então, a primeira providência é passar tudo pro modo manual. Depois, jogar o zoom pro máximo (300 mm), e começar a brincar com os ajustes de velocidade e abertura. Curiosamente, os relevos da superficie da lua só aparecem em velocidades muito altas do obturador, e ficam mais evidentes com o diafragma um pouquinho fechado, exatamente o oposto do que se faz numa foto noturna. Os ajustes são parecidos com os de uma foto de ação. Na foto aí de cima, a velocidade foi 1/1250s, a abertura foi f/6.3 e o ISO ajustado para 250. Usei o mínimo da compressão possível na foto, aproveitando o máximo de resolução da câmera. Dependendo da câmera e das condições climáticas, os ajustes podem variar. A velocidade alta ajuda para a foto não ficar tremida. Não foi necessário um tripé, mas recomendo pra quem tiver um disponível. É um pouco incômodo segurar essa objetivona apontada pra cima. Eu fiquei apoiado num muro, sentado no chão, pra ter um pouco mais de firmeza. Fiz algumas tentativas frustradas usando o autofoco da câmera, mas o melhor resultado foi com focagem manual. Apesar de a lua estar muito longe, ajustar o foco para infinito não dá certo. Aí, é só clicar, devagarzinho, pra não tremer.
Depois vem o pós-processamento: na foto original, a lua ocupa talvez uns 10% do quadro, não mais que isso. Usando um editor de imagens tipo Phtoshop (como uso Linux, usei o Gimp), foi só fazer um "cropping" (recorte) e reenquadramento, pra lua encher o quadro. Depois, uns ajustes de contraste pra destacar melhor o relevo e pronto, foi só publicar. A foto final tem 583 x 342 pixels, menos que uma resolução VGA. Dá pra ver legal num monitor, mas acho que pode ficar ruim se for passada pra um filme fotográfico.

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Trocando o notebook – a saga – Parte 3 – Instalando Linux

Depois de passear um pouquinho pelo Windows 7 e resolver que ia botar Linux na máquina nova, passei pra ação. Optei pela versão UNR (Ubuntu Netbook Remix) da distribuição Ubuntu 9.10, codinome Karmic Koala. Essa versão, pelo que eu li, é a que melhor se adequaria ao hardware do meu EeePC.

O processo de instalação foi relativamente indolor. Primeiro baixei a imagem ISO do UNR 9.10. Depois “queimei” uma imagem num pendrive bootável usando o Unetbootin, – isso tudo no Windows – espetei o pendrive no EeePC e fui pra BIOS apertando o F2 ao ligar o aparelho. Na BIOS, configurei o dispositivo USB como prioridade no boot e após um breve suspense, o Ubuntu estava rodando no modo “LiveCD”, sem instalação. Verifiquei que mesmo nesse modo, a conexão wi-fi funcionava certinho e já parti pra instalação. A parte mais delicada da instalação foi o particionamento do disco de 250 Gb. Resolvi, por via das dúvidas, preservar o Win7, que ocupava duas partições primárias. O disco tinha também outra partição primária reservada ao Win7, e partições menores reservadas a otimização do boot e swap. Depois de uma certa canseira, descobri que não é possível abrir mais que 3 partições lógicas, portanto eu teria que apagar uma delas pra instalar o UNR. Não consegui fazer exatamente o pretendido, que era abrir partições diferentes para / , /home e /boot, por pura inexperiência, e acabei deixando o Ubuntu fazer as partições automaticamente. No final deu tudo certo. A partição EFI e as do Win7 (reduzida pra uns 50Gb, não deu pra encolher mais) foram preservadas e agora tenho uma máquina dual-boot.

A interface do UNR é otimizada pras telinhas dos netbooks e usa um sistema de menus pop-up grandões e janelas sempre maximizadas, mas sinceramente, não me adaptei. Além disso, não gosto de marrom, que é a cor predominante no tema “Human” desta interface. A versão anterior, 9.04, tinha uma opção de alternar entre a interface Gnome tradicional e a UNR. Por algum motivo, não há essa opção no Koala. Então, refiz a interface Gnome quase na unha (quase, porque não precisei apelar pras temidas linhas de comando no terminal), sempre em modo gráfico. 

Depois de conseguir uma interface ao estilo Gnome, parti pra customização ao estilo Mac OS. Um “dock” de ícones na parte de baixo com o aplicativo Wbar e seu aplicativo de configuração Wbarconfig (), e uma linha na parte de cima do desktop com atalhos para as pastas mais utilizadas (Documentos, fotos, videos, pasta de compartilhamento de rede, downloads) e um painel gnome na parte de cima com o lançador do menu principal e os icones de controle (nivel de bateria, sinal wi-fi, controle de som, botão de desligar). O microfone embutido não funcionou de cara e foi necessário instalar o pacote linux-backports-modules-alsa-karmic-generic (2.6.31.16.29) pelo Synaptics. O bluetooth funciona bem logo de cara, com os Dongles genéricos que existem por aí, mas pra habilitar conexões 3G usando o celular como modem, precisei trocar o gerenciador Bluetooth nativo por um pacote chamado Blueman, que facilita muito a configuração do Bluetooth, através de uma interface gráfica.

Depois foi instalar o Compiz pra usufruir dos recursos 3D e desktops múltiplos, que junto com a virtual imunidade aos vírus, é uma das coisas mais legais do Ubuntu.

A máquina tá rodando redondinho. Praticamente não foi necessário apelar pro terminal. Com uma tela de 10.1” ainda dá pra apreciar a interface Gnome tradicional. Possivelmente com telas menores seja recomendável a interface Netbook Remix.

Em relação ao Win7, o UNR 9.10 perde um pouco em qualidade gráfica (o Win7 tem mais contraste e definição, parece mais agradável aos olhos), consome um pouco mais de bateria e não habilita o recurso Multitouch, bem interessante pros usuários de touchpad. A qualidade de imagem da webcam também piora com o Linux. Agora é ver o quanto essa maquininha aguenta.

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Trocando o notebook – A saga – Parte II

Ok, ontem fui à FNAC da Paulista decidido a voltar com o Eee PC 1005HA debaixo do braço. Depois da canseira que passei por causa da RBS Shop, compras de quatro dígitos, só pessoalmente. O 1005HA tem três versões disponiveis à venda no Brasil. O 1005 HA-A possui uma bateria de três células e 2,5 horas de autonomia aproximada. O 1005 HA-H possui uma bateria de 6 células, um processador Atom 280, com 1.7MHz de clock, um pouco mais rápido que os Atom 270, que possuem 1,6 MHz de clock e um HD de 120 Gb. O 1005 HA-M possui bateria de 6 células, processador Atom 270 e HD de 250 Gb. Todos vêm com 1 Gb de RAM, expansível para 2Gb. As baterias de 6 células prometem incríveis 8,5 horas de autonomia. Com 5 horas eu já ficava contente. O mais caro dos três é o M, possivelmente pela maior capacidade do HD. 

E na FNAC só havia o M e o 1105 HA, meio grande pra proposta, e ainda assim, só os de mostruário. Resolvi arriscar: levei o 1005 HA -M de mostruário após chorar um desconto. Não dava pra perder mais tempo procurando em outros lugares. O preço final ficou em R$ 1.199.00.
Chegando em casa, ligo o pequenino e entrei no Windows 7. A primeira impressão sobre o novo Windows foi… mediana. De fato, o Win7 roda levinho com 1 Gb, mas logo começaram a pipocar as mensagens de registro e cadastro no antivirus, Office… e logo me veio a sensação algo persecutória de que existe uma conspiração empresarial para nos forçar a comprar determinados softwares a partir da aquisição de outros. E pensei: "Ok, Billy, você teve sua chance." E parti pra instalação do novo Ubuntu 9.10, Karmic Koala, versão UNR, otimizada para netbooks. Mas isso é papo pro próximo post.
Sobre o hardware: A tela é de LED 10,1" com excelente contraste e nivel de preto. O teclado ABNT possui teclas largas e uma digitação confortável, mas cede um pouco nas teclas centrais, o que dá uma sensação de fragilidade. Algumas teclas estão em posições meio exóticas. O ponto de interrogação, por exemplo, é AltGr+W. E os caracteres" /", "+" e o acento agudo possuem duas teclas à disposição para cada um. As portas/conexões são 3 USB, uma Ethernet Gigabit, um leitor de cartões SD (não tentei cartões MS), wi-fi 802.11n, uma saída de video RGB e os jacks p10 para entrada e saída de audio. O 1005 HA ainda possui uma webcam de resolução VGA (640×480) e microfone embutido. O peso total com a bateria de 6 células é de aproximadamente 1,1 Kg. O touchpad é uma área rugosa sem o rebaixamento habitual e os botões estão agrupados em uma unica barra. O design em concha é bem bonito e funcional para colocar em estojos, bolsas e mochilas. Esse modelo não possui bluetooth nem conexão 3G embutidos.
No próximo post, vou falar um pouco sobre o processo de "linuxização" do 1005-HA.

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Trocando meu notebook – a saga

Eu tenho um velho fiel escudeiro, um notebook Positivo D35 que comprei há 4 anos em um supermercado. Após esse  tempo de serviços prestados, rodando Linux redondinho, começaram os problemas: a bateria dura menos de uma hora e tem uma linha vertical roxa no monitor que resolveu se instalar por lá. Na ultima semana aconteceu um problema no HD. No boot surge a mensagem "pri master S.M.A.R.T. status bad, backup and replace". Essa é uma mensagem que indica que meu HD está prestes a ir pro saco. Boa parte dos dados já tem backup, mas configurar o Ubuntu pra rodar redondinho me custou alguns meses de pesquisa e trabalho e não queria passar por tudo de novo.

Logo que soube do problema do HD, minha intenção inicial foi fazer o que a BIOS sugeriu: backup e substituir. Mas postos os outros problemas que o note vem apresentando, achei que seria a hora de aposentá-lo. Na verdade, o uso que faço do note é bem similar ao que faria com um netbook, então decidi comprar um.
A intenção é um netbook com uma tela de 10", relativamente leve e com o máximo de autonomia de bateria possivel. Pesquisando um pouco, no momento estou interessado no EeePC 1005HA da ASUS. Ainda não sei se o teclado dos EeePC 1005 disponíveis seguem a norma ABNT2. Isso vai determinar se pego esse mesmo ou não. Já vi que existe uma versão do Ubuntu para netbooks, a 9.10 UNR, que dizem ser totalmente compativel com esse netbook.
Como os netbooks não possuem drives de CD, foi necessário criar um pendrive bootável a partir da imagem do Linux.
O pendrive deve ser de 1Gb no minimo, e criado a partir da imagem ISO com o software Unetboot. Já criei o pendrive bootável e já dá pra usá-lo como um "liveCD". A ironia: usei o notebook de minha esposa, que usa Windows Vista, pra fazer todo o processo. 
Agora só falta a máquina. Nos proximos posts, vou descrever o processo de aquisição e "linuxização" do 1005AH. 

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Agruras de consumidor, parte II

Depois de alguns meses e ums certa dose de stress, consegui de volta o valor que paguei pela tal mesa. Com o valor creditado, fui atrás de outra mesa, mas desta vez determinado a só voltar pra casa com a mesa embaixo do braço. Na Sta Ifigênia, acabei comprando uma mesa melhor, uma Staner BUX-14. Era uma peça de mostruário, e consegui um bom desconto por conta disso. Mas sempre ficava uma pequena dúvida: será que está em bom estado ?

Felizmente a mesa está funcionando perfeitamente.

Mas agora aprendi: compras pela internet, só nas grandes e consagradas redes, ou em lojas conhecidas.

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